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Segundo a análise do Analisador, o chinelo visto na foto pertenceu momentaneamente ao simpático papa Francisco.

Como esquecera suas sandálias no Vaticano, ao ter que tomar banho no Brasil, precisou ser socorrido pela camareira, que de imediato surrupiou os chinelos de um certo padre desconhecido e os entregou ao papa. Após o banho, quando Sua Santidade se preparava para visitar a comunidade de Varginha, em Manguinhos, Rio de Janeiro, a dita camareira novamente surrupiou os chinelos, comovida pelo fato de o santo padre ter pipocado um beijo em sua testa. Após Francisco ter mencionado os chinelos em uma de suas homilias, o fabricante ofereceu cinco mil reais para quem encontrasse o par de chinelos calçados pelo pontí­fice, quando de sua passagem pelo Brasil. Apareceram milhares de réplicas, e o Analisador identificou a verdadeira.

Pertencia ao humilde pescador de siri, Hélio dos Anzóis, morador da Praia de Camboinhas, em Niterói, esposo da dita cuja camareira. O pescador ficou deprimido ao recusar a oferta de quinze mil reais pelo único chinelo (ver foto) que restara, já que seu cachorro, Rex, desaparecera com o par esquerdo. Perguntado por que recusara tamanho dinheiro, o pescador não soube responder. Disse que gostava demais do jeitão do Francisco, que mais parecia um homem que um santo. Seu sonho era ver o papa pessoalmente. E o analisador detectou por quê. Hélio dos Anzóis pretendia entregar o chinelo ao papa, quando da visita do pontífice ao Brasil, em 2017.

Como uma Cinderela, as sandálias do pescador calçaram à perfeição os pés do Francisco.

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Analisando o lenço da foto, o Analisador de Conteúdo identificou-o como tendo pertencido a Jair Bolsonaro, deputado muito aclamado por uma parte do povo brasileiro. O Analisador detectou uma mancha, imperceptí­vel, numa das dobras do lenço, e logo ficou claro tratar-se de resí­duos de cuspe.

Segundo o Analisador, Jair Bolsonaro, em campanha pela reeleição, comeu pastel na banca de uma famosa vendedora de pasteis, em Bangu, Rio de Janeiro. Após sucessivas fotos e poses, com o pastel preso à boca, numa demorada mordida, e depois lenta mastigada, Jair Bolsonaro, longe das câmaras, jogou, sem esconder o asco, o pastel, quase intacto, no lixo. Em seguida, pois-se em retirada, sem se preocupar em pagar o pastel. A pasteleira contornou sua banca, furou o bloqueio de assessores e dardejou uma cusparada no rosto do deputado, gerando grande tumulto. O lenço foi encontrado, dia seguinte, numa gaveta de um motel, na Avenida Niemeyer, Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, e logo encaminhado, após perí­cia, e a pedidos, para a Fundação Brilhante Ustra.

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Papel higienico do cunhaAnalisando o pedaço de papel higiênico na foto acima, o Analisador de Conteúdo verificou que o referido papel é originário do banheiro do gabinete do deputado Eduardo Cunha, na Câmara dos Deputados, e foi utilizado, em momentos de número dois, três horas antes do iní­cio da votação pela admissibilidade do impeachment da senhora presidenta do Brasil. Predomina a ingestão de brócolis com arroz e batata sauté, além de suculenta carne vermelha, e restos tardios de feijoada e remotos indí­cios de macarronada. A servente substituta convocada para a faxina do gabinete do famoso deputado, dona Olga, apoderara-se do papel higiênico com o objetivo de mostrá-lo, orgulhosa, aos filhos. Daí­ ter sido o papel encontrado numa das lixeiras públicas da Carindó, cidade satélite próxima à  Brasí­lia. Está comprovado que o conteúdo do papel saiu do ânus profundus do deputado, e não de algum assessor, como quiseram supor. O referido papel higiênico, agora uma relí­quia, está sendo enviado, a pedido, para a Fundação Roberto Marinho.