Publicado em Categorias Miudinho

2016-05-24 15.15.16

Nas noites de festas dessa região de Minas Gerais, os fogos de artifício são utilizados para celebrar o momento de alta alegria, ou de alto significado sagrado para as pessoas que os usam.

Havendo numa pequena casa de periferia, uma linda criança, que a cada dia descobria algo novo nesse vasto mundo, adorava as cores dos fogos que iluminavam um céu um pouco distante. No seu lar, numa das pontas mais longí­nquas da cidade, a criança levantava os braços e tentava buscar aquelas luzes efêmeras, no céu.

O pai, vendo aquele esforço da criança em alcançar aquelas explosões de luz, sorriu com ternura e perguntou a ela o que estava fazendo.

A criança respondeu que era bonito, queria guardar. O pai então orgulhoso daquela sensibilidade de criança, disse que no dia seguinte eles iriam conseguir.

De manhã, o pai toma a criança pela mão e caminha até um canteiro de flores. Lá o pai diz à  criança: ontem você viu flores no céu. Aquelas flores nascem e morrem rápido, por isso ninguém consegue pegá-las, mas aqui no canteiro nós temos flores da terra, que demoram a nascer, mas que ficam lindas por muitos dias. E tem mais uma vantagem, elas são perfumadas, você pode sentir o cheiro, elas são macias, você pode encostar nelas a sua pele.

A criança logo respondeu que queria ter muitas flores. De novo, o pai sorriu. Respondeu então que ela precisava plantar suas flores, cuidar delas, para que elas pudessem crescer com exuberância. Como uma criança.

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Segundo a análise do Analisador, o chinelo visto na foto pertenceu momentaneamente ao simpático papa Francisco.

Como esquecera suas sandálias no Vaticano, ao ter que tomar banho no Brasil, precisou ser socorrido pela camareira, que de imediato surrupiou os chinelos de um certo padre desconhecido e os entregou ao papa. Após o banho, quando Sua Santidade se preparava para visitar a comunidade de Varginha, em Manguinhos, Rio de Janeiro, a dita camareira novamente surrupiou os chinelos, comovida pelo fato de o santo padre ter pipocado um beijo em sua testa. Após Francisco ter mencionado os chinelos em uma de suas homilias, o fabricante ofereceu cinco mil reais para quem encontrasse o par de chinelos calçados pelo pontí­fice, quando de sua passagem pelo Brasil. Apareceram milhares de réplicas, e o Analisador identificou a verdadeira.

Pertencia ao humilde pescador de siri, Hélio dos Anzóis, morador da Praia de Camboinhas, em Niterói, esposo da dita cuja camareira. O pescador ficou deprimido ao recusar a oferta de quinze mil reais pelo único chinelo (ver foto) que restara, já que seu cachorro, Rex, desaparecera com o par esquerdo. Perguntado por que recusara tamanho dinheiro, o pescador não soube responder. Disse que gostava demais do jeitão do Francisco, que mais parecia um homem que um santo. Seu sonho era ver o papa pessoalmente. E o analisador detectou por quê. Hélio dos Anzóis pretendia entregar o chinelo ao papa, quando da visita do pontífice ao Brasil, em 2017.

Como uma Cinderela, as sandálias do pescador calçaram à perfeição os pés do Francisco.