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"Muito boa peça,otimo texto e grande apresentação. Surpreendente."
Leonardo (Gama - DF)

 

"Fiquei imensamente feliz e emocionada ao conferir o encontro do prazer com o sacrifício quando os personagens subiram ao palco no espetáculo Deus e o Diabo no Bar da Esquina. O talento do autor é primoroso e a obra mostra seu poder ao conquistar soberanamente a platéia. Foi gratificante."
Wandilene Macedo (Brasília - DF)

 

"Quero parabenizar o elenco e dizer que vi o "diabo" a muito tempo quando estudavamos no CEM 6 de taguatinga na L norte, e achei a atuação dele muito legal, não desmerecendo os demais, que foram fantástico tanto quanto. Resumindo muito boa mesmo a peça! Tanto que quando o diabo levantou a mão e aconteceu o tiroteio, pensava que estava na metade do espetáculo! Parabéns, felicidades e sucesso ao grupo APG..."
Hugo Cardoso (Taguatinga - DF)

 

"Adorei a peça "Deus e o Diabo no Bar da Esquina". Da peça, deflui-se um diabo humano, apegado a matéria, enquanto Deus é o extremo defensor do livre arbítrio, da vontade humana. Percebe-se que as tragédias humanas são fatalidades decorrentes da própria fraqueza do ser humano e que não são nunca de todo ruins, pois encerram a oportunidade de crescimento pessoal. Parabéns pela originalidade!"
Letícia Carvalho Silva (Brasília - DF)

 

"A peça envolve, leva o público para dentro da história. Impossível não se identificar com o conflito (com qual argumento eu concordo?) e não torcer (quem eu quero que ganhe no final?). O ritmo introspectivo da peça segue em uma crescente, sendo a cena final o grande clímax, arrebatando o espectador. O cenário, embora minimalista, não limita a atuação dos atores. Vale destacar, ainda, a elegância do guarda-roupa e a qualidade das interpretações, uma grata surpresa. Enfim, meus parabéns à Companhia."
Walisson Almeida

 

"Texto surpreendente, criativo, com dinâmica e humor capaz de nos prender do início ao fim em um jogo travado entre deus e o diabo. A interpretação fantástica dos atores complementa este belo espetáculo."
Sergio Paiva Leitão

 

"Surpreendente! Com bom humor, o texto e os atores nos provocam a quebra de um modelo mental já consagrado trazendo outra visão sobre o bem e o mal."
Gustavo Sanches


"Eu simplesmente adorei a peça! O texto de muito bom gosto, muito bem escrito! Os atores são excelentes! Um drama com uma pitada (na dose certa) de humor...Estou divulgando a todos o meus amigos porque vale a pena mesmo assistir!"
Denise Brandão


"A peça é inteiramente um espetáculo. O texto é primoroso, do início ao fim, e ganha vida na atuação irrepreensível, no cenário e no figurino impecáveis. É, sem dúvida, o teatro de qualidade chegando à Brasília."
Anelize

 

"Livre arbítrio. Moral ou religioso? Voluntário ou circunstancial? Enquanto a tragédia cotidiana segue ignorando quem dirige o rolo compressor, deus e o diabo contendem para saber quem é o culpado da queda do homem. Sou eu?"
João Carlos de Oliveira

"O texto é maravilhoso! Surpreendente! Polêmico! Em alguns momentos, cômico!"

Marco Sérgio Pinheiro Almeida


"Uma esquina é uma esquina. Um bar, um bar. O Diabo, ah, o Diabo é o Cujo, o Sujo, o Cão nordestino, o Capeta, o Inimigo, o Rabudo, o Pé-de-Bode... E Deus, bem, Deus é o Bem, o supremo Bem... Onisciente, Onipresente, Onipotente ...Será mesmo? Mas, então, o que diabo têm a ver o Diabo com a esquina, Deus com o Bar, o Bar com a esquina e os quatro uns com os outros? Ora, tudo a ver. E Gerin equacionou, magistralmente, isso de uma forma tal que difícil é deixar o teatro sem um certo desconforto d'alma, porque a psicologia da peça desconstrói de forma crucial, porém inteligente, o que crenças de milênios tem imposto. Está estabelecido, mesmo que subliminarmente: o Bem é bom. o Mau (e o mal também) é ruim. Um é contraponto do outro. O velho maniqueísmo de sempre. Por que o bem tem que ser sembre bom. Pode até ser, a depender do ponto de vista de quem origina tal 'bem', e o mau faz sempre mal??? Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas. Antônio Roberto Gerim, bom de ver e sentir os seus q uestionamentos. A gente ri, pensa e se espanta. Quem sou eu? Um diabinho (sensacional do 'Diabo' da peça) ou um Todo-Poderoso? Melhor misturar os dois e tomar um suco de graviola no bar da esquina. Um abraço."

Raimundo Nonato Sales


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